Há Lobos sem ser na Serra editam, em Fevereiro de 2017, disco de estreia homónimo: Há Lobos sem ser na serra - Cantares do Sul e da Utopia.O disco é inteiramente baseado no espetáculo ao vivo, percorrendo as modas e canções que representam a ideia de liberdade e de utopia no sul de Portugal.As polifonias do sul, o Cante Alentejano, a viola campaniça e as percussões, entre abordagens tradicionais e reinventadas, criam uma sonoridade fresca, uma vontade de continuar a celebrar este imenso sul com sons velhos e novos, que fazem parte do imaginário coletivo.O grupo tem uma forte componente visual - os espetáculos têm desenho digital ao vivo.HÁ LOBOS SEM SER NA SERRA - Cantares do Sul e da UtopiaTrês músicos alentejanos e uma artista visual num espetáculo intimista, à volta das modas e canções que celebram a utopia e cantam este imenso território poético ao sul do tejo.David Pereira (Viola Campaniça e Voz), nasceu a 24 de Maio de 1992. Esteve, desde sempre, ligado à Viola Campaniça e ao cante Alentejano.Actualmente pertence a vários projectos ligados à Música tradicional, ensaiador de grupos corais, monitor de Cante Alentejo no ensino Pré Escolar e 1'ciclo do concelho de Castro Verde bem como monitor das aulas de Viola Campaniça no agrupamento de Escolas de Castro Verde e Universidade Sénior.Bernardo Espinho (Voz, percussões), músico de 20 anos da cidade de Beja. A sua música baseia-se na música tradicional portuguesa, mais concretamente no Cante Alentejano e no Fado. Iniciou a sua carreira no Grupo Coral "Os Bubedanas" com 16 anos. Com 17 anos ingressou no Grupo Adiafa e no grupo A Moda Mãe (onde gravou o primeiro disco). De momento participa no Espectáculo Vozes do Alentejo como solista, e inicia em 2015 a sua carreira a solo. Já participou em vários espectáculos com artistas de grande nome da cultura portuguesa : António Zambujo, Rui Veloso, Ricardo Ribeiro, Celina da Piedade, Julio Resende, Couple Coffee, Rogério Charraz, Paulo de Carvalho, Janita Salomé, João Frade e Rão Kyao.António Bexiga (Viola campaniça, percussões, melódica, piano, coros)Nasceu em Évora em 1976. Estudou piano e guitarra clássica, mais tarde guitarra jazz. Passou por vários projetos desde o rock, à música experimental, fusão e música improvisada. Descobriu depois a música de raiz e o prazer de a virar do avesso. Nos últimos anos, tem-se dedicado à exploração do repertório tradicional e de um instrumento em particular: a viola campaniça (Alentejo), que tem colocado em diferentes contextos musicais. Tem vários trabalhos em cinema, teatro, dança contemporâena e teatro de marionetas. Faz oficinas regulares de Exploração sonora e criatividade musical. Projectos recentes: música - Uxu Kalhus, No Mazurka Band, Bicho do Mato, O Cerco, O Rijo, Vozes do Alentejo, Celina da Piedade, entre outros. Cinema: One day in My Life, Cova do Vapor (Lugar Comum), Teatro: Novos Contos do Vinho (Pim Teatro), Dança Contemporânea: Unstable (Luís Marrafa) Danza la Calle e Improvizo a la danza (Cia Sara Garcia, Esp.). Teatro de Marionetas: Bonecos & Campaniça com Manuel Dias. Música e Cozinha: Campaniça Gourmet com o Cheff André Lopes.Cristina Viana (desenho digital ao vivo)A Cristina faz ilustrações e pinturas. Às vezes em papel com aguarelas como se fossem guaches, com tinta da china ou tintas feitas na china, com lápis ou canetas de feltro e outras vezes com uma caneta sem tinta que, ligada ao computador, mostra, numa parede ou pano, o desenho criado ao vivo. Os temas são sempre inventados, roubados da vida dos durões da aldeia e das piegas da cidade.

Há Lobos sem ser na Serra, in February 2017 they released a self-titled debut album: Há Lobos sem ser na Serra - "Cantares do Sul e da Utopia". The album is based entirely on the live show, covering the songs that represent the idea of freedom and utopia from the south of Portugal, the southern polyphonies, Cante Alentejano, viola campaniça and percussions, between traditional and reinvented approaches, it create a fresh sound, a desire to continue to celebrate this immense south with old sounds and new ones, which are part of the collective imagination. The group has a strong visual component - the shows have live digital drawing.

Há Lobos sem ser na Serra - "Cantares do Sul e da Utopia" have three musicians from Alentejo and a visual artist in an intimate spectacle.

David Pereira (Viola Campaniça and vocals), was born on May 24, 1992. He has always been linked to the Viola Campaniça and the Cante Alentejano. He currently belongs to several projects related to Traditional Music, rehearser of choral groups, monitor of Cante Alentejo in pre-school education as well as monitor of Viola Campaniça in the schools of Castro Verde and senior university.
Bernardo Espinho (vocals, percussion), a musician from Beja. His music is based on traditional Portuguese music, more specifically Cante Alentejano and Fado. He began his career in the Coral Group "Os Bubedanas" at the age of 16.  At age of 17, he joined the Grupo Adiafa and in the group A Moda Mãe (where he recorded his first album). At the moment he participates in Vozes do Alentejo as soloist, and started his solo career in 2015. He has participated in several shows with Portuguese artists of great importance like: António Zambujo, Rui Veloso, Ricardo Ribeiro, Celina da Piedade, Julio Resende, Couple Coffee, Rogério Charraz, Paulo de Carvalho, Janita Salomé, João Frade and Rão Kyao.
António Bexiga (Viola campaniça, percussions, melodica, piano, vocals), was born in Évora in 1976. He studied piano and classical guitar, and later on jazz guitar. He went through several projects from rock, experimental music, fusion and improvised music. Then he discovered the root music and the pleasure of turning it inside out. In the last years, he has been dedicated to the exploration of the traditional repertoire and of a particular instrument: viola campaniça (Alentejo), that has placed in different musical contexts. He has several works in cinema, theater, contemporary dance and puppet theater. He has regular workshops on sound exploration and musical creativity. Recent projects: music - Uxu Kalhus, No Mazurka Band, Bicho do Mato, O Cerco, O Rijo, Vozes do Alentejo, Celina da Piedade, among others. Cinema: One day in My Life, Cova do Vapor (Common Place), Theater: New Tales of Wine (Pim Theater), Contemporary Dance: Unstable (Luís Marrafa) Dance the Street and Improvizo a la dans (Cia Sara Garcia, Esp. ). Puppet Theater: Dolls & Bells with Manuel Dias. Music and Cuisine: Gourmet Bell with Cheff André Lopes.
Cristina Viana (live digital drawing), Cristina makes illustrations and paintings. Sometimes on paper with watercolors as if they were gouaches, with chinese ink, with pencils or felt-tip pens and sometimes with an unpainted pen that, attached to the computer, shows on a wall or cloth, creatina a live drawing. The themes are always invented, stolen from the life of the village tough guys and the city's sloths.

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